Em 4 meses, Hospital Metropolitano realizou 38 cirurgias de cabeça e pescoço de forma eletiva

Do total de procedimentos realizados, 26 ocorreram nos três primeiros meses de 2021 e 12 este ano

Em 4 meses, Hospital Metropolitano realizou 38 cirurgias de cabeça e pescoço de forma eletiva

Do total de procedimentos realizados, 26 ocorreram nos três primeiros meses de 2021 e 12 este ano

Por Redação* | Edição do dia 15 de fevereiro de 2022
Categoria: Alagoas, Saúde | Tags: ,,


Foto: Catarina Magalhães

Com a implantação de procedimento cirúrgicos de alta complexidade, em outubro de 2021, o Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), em Maceió, já fez 38 cirurgias de cabeça e pescoço até o momento. Com isso, o procedimento passou a ser realizado de forma eletiva, com o objetivo de zerar a fila de espera entre pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com o relatório anual de gestão, foram realizados 26 procedimentos cirúrgicos durante os três últimos meses do ano passado e 12 este ano, sendo 10 em janeiro e dois neste mês. A cirurgia de cabeça e pescoço trata, principalmente, os tumores da região da face, fossas nasais, seios paranasais, boca, faringe, laringe, tireoide, glândulas salivares, dos tecidos moles do pescoço, da paratireoide e tumores do couro cabeludo.

Internada há dois meses no HMA, a paciente Fabiana de Lima passou pelo procedimento de tireoidectomia total. Emocionada, agradeceu por todo acompanhamento da equipe multidisciplinar do hospital. “Minha família detectou que meu pescoço estava um pouco alto. Fiz um ultrassom e constatei que eu tinha um nódulo na tireoide. Fui encaminhada para a Dra. Vanessa, em dezembro do ano passado. Fui muito bem atendida”, ressaltou a paciente.

A médica cirurgiã de cabeça e pescoço, Vanessa Stela, explicou que, desde que o HMA passou a realizar as cirurgias de cabeça e pescoço de forma eletiva, os pacientes que precisam passar pelo procedimento tiveram seus atendimentos acelerados. “Agora com a criação deste hospital, a fila toda de espera do Estado será reduzida, porque antes o paciente demorava de dois a seis anos para conseguir fazer esse procedimento. A paciente fez o procedimento em dois meses, após a chegada ao hospital”, ressaltou.

Já a cirurgiã Ana Carolina, enfatizou a importância do HMA em oferecer tratamento especializado para doenças de cabeça e pescoço. “Nosso hospital desde outubro de 2021 vem ofertando a possibilidade do tratamento de doença benigna dos pacientes com patologia de cabeça e pescoço e, em especial, a tireoide. Esses pacientes, nos últimos dez anos, vêm encontrando dificuldade no acesso para o seu tratamento, mas, hoje, nós oferecemos a maior parte do diagnóstico, serviço de ambulatório e o tratamento cirúrgico, desde, a cirurgia até o pós-operatório para definição diagnostica”, enfatizou.

*Com assessoria

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