Dezembro Vermelho: Brasil registra quase um milhão de pessoas que convivem com HIV

Número de contaminados continua subindo no país e ginecologista destaca importância de medidas de prevenção, controle e assistência para diminuir as estatísticas

Dezembro Vermelho: Brasil registra quase um milhão de pessoas que convivem com HIV

Número de contaminados continua subindo no país e ginecologista destaca importância de medidas de prevenção, controle e assistência para diminuir as estatísticas

Por Assessoria | Edição do dia 22 de dezembro de 2020
Categoria: Notícias, Saúde | Tags: ,,,


O Dezembro Vermelho é uma campanha nacional voltada para a prevenção e controle das doenças sexualmente transmissíveis, em especial o HIV/Aids. Estima-se que, no Brasil, 900 mil pessoas convivam com a doença, segundo os dados divulgados pelo Ministério da Saúde.

O balanço aponta, ainda, que o número de contaminados tende a subir no país e chama atenção para outra estatística preocupante: 135 mil pessoas convivem com o vírus e não sabem.

IMPORTÂNCIA DO USO DA CAMISINHA

A ginecologista do Hapvida Maceió, Cláudia Pinto, explica que a prevenção ao HIV deve ser vista como a combinação de diversas estratégias. “O uso da camisinha é a melhor forma de evitar a doença, além, claro, de evitar uma gravidez não desejada. Mas, além disso, também é preciso de uma boa conversa entre o casal”, destaca a médica.

Segundo a especialista, também é importante que tanto a mulher quanto o homem realizem, de maneira periódica, exames preventivos. “Os testes mais comuns são exames de sangue, colposcopia, vulvoscopia e peniscopia”, esclarece.

OUTRAS DSTs

Mas engana-se quem pensa que as DSTs se resumem apenas ao HIV. Além dele, os exames são importantes para detectar precocemente outras patologias, como o HPV, responsável por 70% dos casos de câncer do colo do útero, sífilis, hepatite C, clamídia, ureaplasma e micoplasma.

“É importante alertar e orientar as pessoas em relação aos riscos de todas elas”, resume a ginecologista.

A médica do Hapvida destaca, no entanto, que um possível diagnóstico não deve ser visto como uma sentença de morte. “A assistência ao tratamento é essencial para promover uma maior qualidade de vida ao paciente. Cuidar de si é o primeiro passo para uma vida saudável e responsável”, conclui a especialista.

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