Desemprego supera dados dos últimos 7 anos em 13 capitais do país, aponta IBGE

Alagoas e a capital do Estado, Maceió, se descaram nos rankings da pesquisa

Por | Edição do dia 22 de fevereiro de 2019
Categoria: Brasil, Notícias | Tags: ,


Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada hoje (30), pelo IBGE (Reprodução)Em pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o percentual de desemprego em 2018, divulgada nesta sexta-feira, 22, Alagoas e Maceió se destacam na taxa de desocupação média anual. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) ainda ponta que o desemprego no Brasil  foi o maior dos últimos sete anos em 13 capitais brasileiras em 2018. Apesar desse avanço, a taxa recuou em 18 dos 26 estados e DF (Distrito Federal).

Entre as capitais, Macapá (18,2), Manaus (18,1) e Maceió (16,7) apresentam os maiores índices de desocupação anual das capitais em 2018. Florianópolis (6,5), Campo Grande (6,6) e Goiânia (7,0) foram as capitais com a menor taxa de desemprego apurada em 2018.

Atrás apenas do Amapá, que se encontra com taxa de 20,2%, Alagoas aparece no ranking com taxa de 17,0% de desocupação média anual entre as unidades da federação. Em seguida, são citados os estados de Pernambuco, com 16,7% e Sergipe, com 16,6%.

O Estado também aparece na listagem das unidades de federação entre as maiores taxas de média anual de desalento (em relação à população na força de trabalho ou desalentada), com  16,4%, a frente do Maranhão, com 15,7%. Enquanto isso, a média anual nacional, ficou em 4,3%, taxa 12,3% maior que a de 2017 (3,9%).

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A taxa média de desocupação em 2018 foi a maior dos últimos sete anos em 13 capitais do país, na contramão da média nacional, que reduziu de 12,7% em 2017 para 12,3% no ano passado. Além dessas capitais com alta no desemprego, a taxa para Salvador (BA) também subiu em 2018, porém o pico da série histórica segue em 2015 na capital baiana.

As regiões Sudeste e Nordeste apresentaram as maiores taxas, na comparação com o ano anterior. Entre os estados, o maior e menor percentual de desocupados vieram do Amapá (20,2%) e de Santa Catarina (6,4%), respectivamente.

Sobre a taxa combinada de desocupação e de força de trabalho potencial, que abrange desocupados e pessoas que gostariam de trabalhar, foi de 17,7% no quarto trimestre de 2018, o dado presenta 20,0 milhões, aponta o IBGE.

Segundo os dados divulgados pelo instituto, de todas as regiões, apenas as capitais do Centro-Oeste não apresentaram alta no percentual de desempregados no ano passado.

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