CRB e CSA tentam manter o projeto: acesso à Série A

Clubes alagoanos não estão bem na tabela, mas vão contratar para reforçar o elenco para a segunda metade da Segundona

CRB e CSA tentam manter o projeto: acesso à Série A

Clubes alagoanos não estão bem na tabela, mas vão contratar para reforçar o elenco para a segunda metade da Segundona

Por Thiago Luiz | Edição do dia 23 de novembro de 2020
Categoria: Esportes, Futebol Alagoano


Passada a primeira metade da Série B do Campeonato Brasileiro é preciso avaliar o saldo das equipes alagoanas e definir, com base nesses resultados, por qual objetivo cada time vai brigar até o fim da temporada. Desde o começo, o discurso de CRB e CSA é de brigar por uma vaga na Série A do ano que vem. O início de ano regatiano até deu muitas esperanças ao torcedor e alimentou a expectativa de finalmente sonhar com uma posição no G-4. Já o Azulão, começou com muitos tropeços seguidos, surto de Covid e figurou por muito tempo a zona de rebaixamento.

Nessa “reta final” de campeonato, o que pode prevalecer para quem quer brigar na parte de cima da tabela de classificação é a briga no mercado de transferências. Os dois clubes têm até o dia 7 de dezembro para contratar e tentar colocar no elenco peças que possibilitem a luta por algo a mais na competição.

Esse é o prazo estabelecido pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para os 20 clubes da Segundona reforçarem, pela última vez, seus plantéis. E fazendo um apanhado geral da temporada 2020, é preciso analisar algumas peças que só trouxeram despesas para os departamentos de futebol regatiano e azulino. Algumas outras contratações até renderam bons resultados, mas tiveram o ano “interrompido” por lesões. Outros jogadores foram também que despertaram o interesse dos “concorrentes” e deixaram Alagoas.

E são justamente esses “imprevistos” que acontecem de perda de peças importantes que acabam colocando todo um planejamento em risco. Para conseguir o acesso à Série A, além de muita regularidade dentro e fora de casa, os times precisam de peças de reposição que mantenham ou elevem o desempenho da equipe titular.

Do lado do CSA, o maior desfalque sofrido foi  a perda do volante Márcio Araújo, que não fez um grande início de temporada, mas acabou se destacando e se transferiu para o Sport. Além dele, há ainda o zagueiro Alan Costa, que se despediu após a contratação do atual treinador, Mozart, e do executivo de futebol Rodrigo Pastana.

O departamento de futebol marujo já declarou que está buscando peças pontuais, que devem inclusive chegar da Primeira Divisão. A diretoria procura por um meia, principal carência do time, um zagueiro e mais um volante para fechar o ano com 39 contratações.

Já o CRB desde que perdeu o centroavante e principal destaque da equipe, Léo Gamalho, não conseguiu respostas imediatas no mercado. Trouxe Alisson Safira, que não conseguiu se firmar no time titular e logo depois Daniel Amorim, ex-Avaí. O atacante também não conseguiu agregar muito e parece estar com a camisa nove mesmo por falta de outras opções no banco de reservas.

Por isso, comissão técnica e departamento de futebol trabalham duro para buscar no mercado peças acessíveis, financeiramente falando, e de negociação sem muita dificuldade. O prazo é curto: restam apenas três semanas para essas regularizações.

Além disso, o meio-campo da equipe sofre com a dependência do argentino Diego Torres. Quando desfalca o time, o setor de criação do time de Ramon Menezes tem grandes problemas.

O Galo até tentou trazer o centroavante Júnior Brandão, que não estava sendo aproveitado no Atlético-GO, mas não conseguiu sucesso na negociação, depois de boas atuações do atleta. Quem fechou contrato com o CRB foi o jovem meia Anderson Ceará, que pertence ao Santos.

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