Com Malu Mader, longa inspirado em peça de Nelson Rodrigues ganha data de estreia

Boca de Ouro conta a história de um temido e respeitado bicheiro

Com Malu Mader, longa inspirado em peça de Nelson Rodrigues ganha data de estreia

Boca de Ouro conta a história de um temido e respeitado bicheiro

Por Diário de Pernambuco | Edição do dia 19 de outubro de 2020
Categoria: Cinema, Diversão | Tags: ,


Divulgação

O longa-metragem Boca de Ouro, dirigido por Daniel Filho, teve estreia adiada por conta a pandemia e chegará aos cinemas no dia 12 de novembro.

A adaptação da peça teatral do pernambucano Nelson Rodrigues, escrita em 1959, tem roteiro de Euclydes Marinho (A vida como ela é), produção da Lereby, coprodução da Globo Filmes e do Canal Brasil e distribuição da Elo Company. “Eu acho filmar peças ótimo. E o Nelson Rodrigues é muito cinematográfico na maneira de escrever as peças e deve ser refilmado sempre. O Boca de Ouro é uma excelente história de paixão e poder”, diz o diretor Daniel Filho.

O ator Marcos Palmeira interpreta o bicheiro Boca de Ouro, que já foi vivido por Jece Valadão e Tarcísio Meira. No elenco estão ainda Malu Mader (Guigui), Lorena Comparato (Celeste), Thiago Rodrigues (Leleco), Silvio Guindane (Caveirinha), Fernanda Vasconcellos (Maria Luisa), Anselmo Vasconcelos (dentista), Guilherme Fontes (Agenor), entre outros. “O Nelson foi, é e será sempre relevante e atual. Suas falas são coloquiais, mas revelam com profundidade paixões, ódios, ressentimentos, morbidez, através de uma linguagem única, cheia de estilo e ironia”, dia a atriz Malu Mader, que volta as telonas após dez anos.
Boca de Ouro conta a história de um temido e respeitado bicheiro, figura quase mitológica no bairro de Madureira (Rio de Janeiro) durante os anos 50. Sua ambição, amores e pecados despertam a curiosidade do jornalista Caveirinha, que procura uma ex-amante do contraventor para colher material para uma reportagem sobre a sua vida.
Clássico do teatro brasileiro, Boca de Ouro estreou nos palcos em outubro de 1960, no Teatro Federação (mais tarde Teatro Cacilda Becker), com direção e atuação de Ziembinski no papel-título. A primeira filmagem ocorreu em 1963, com direção de Nelson Pereira dos Santos e, no elenco, Jece Valadão, Odete Lara e Daniel Filho.
 
Prêmios 
Daniel Filho recebeu o prêmio de Melhor Diretor no Festival de Cinema Latino-Americano de Trieste, na Itália. Já Lorena Comparato recebeu o prêmio de melhor atriz, por seu papel como Celeste, no 8º Cine Fest Brasil Montevidéu e no 23º Brazilian Film Festival of Miami.
As salas de cinema vão funcionar com a proteção que o momento atual exige, como capacidade reduzida, distanciamento entre as poltronas, salas higienizadas antes de depois de cada sessão, inclusive poltronas, corrimãos, entre outros cuidados.

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