Com cinco vitórias cada, CRB e CSA vivem panoramas diferentes na Série B

Galo não consegue aproveitar as chances de entrar no G4; Já o Azulão é eficiente e se afasta ainda mais da zona de rebaixamento

Por Thiago Luiz | Edição do dia 7 de outubro de 2020
Categoria: Esportes, Futebol Alagoano


Desde o começo da Série B do Campeonato Brasileiro, CRB e CSA vivem momentos distintos na tabela de classificação. O Galo brigava na parte de cima, já o Azulão não conseguia se encontrar e chegou a ser o lanterna da competição. Mas nos últimos cinco jogos, esse cenário mudou.

O time marujo venceu quatro, dos cinco jogos que disputou, perdendo apenas para o Sampaio Corrêa. O Regatas venceu apenas duas partidas, empatou uma e perdeu duas. A última, diante do Confiança, na noite desta terça-feira (6), pelo placar de 1 a 0, na Arena Batistão.

CRB sofre com lesões e não consegue reagir à pressão do Confiança. Foto: Luiz Neto

O Confiança dominou o primeiro tempo e teve nove finalizações, com pelo menos três chances claras de gol. Enquanto isso, o Galo só se defendeu nos primeiros 45 minutos e finalizou apenas uma vez ao gol.

Ainda no segundo tempo, o time da casa começou melhor, mas ainda abaixo do desempenho da primeira etapa. O técnico Daniel Paulista mexeu na equipe aos 17 minutos, colocando Ari Moura em campo. E aos 20, o atacante, que tinha acabado de entrar, chutou do meio da rua para  abrir o placar. Foi o suficiente para garantir os três pontos para o dragão e fazer o CRB perder duas posições. O Galo, por enquanto, é o oitavo colocado, com 20 pontos.

No outro jogo da noite, o CSA recebeu o Figueirense, foi eficiente e fez o dever de casa. 3 a 0, com muito poder de fogo do setor ofensivo. Destaque para o belo gol marcado pelo meia Nadson. O camisa 8 aproveitou a sobra na meia-lua, girou pra cima da marcação e bateu no canto. Com a vitória, o Azulão ocupa agora a 12ª e está espantando o fantasma do rebaixamento.

O CSA fez valer o mando de campo no Rei Pelé. Sem Márcio Araújo, o escolhido para substituir foi Nadson. O meia foi criativo, sofreu um pênalti e fez o segundo gol em menos de 30 minutos de bola rolando.

Mesmo ainda na parte de baixo da tabela, retrospecto do CSA é animador. Foto: Augusto Oliveira/Ascom CSA

O primeiro gol foi na cobrança de penalidade. Paulo Sérgio, que briga pela artilharia nacional, bateu e converteu para abrir o placar. Aos 27, o meia Nadson aproveitou a sobre de bola e fez um belo gol de fora da área.

Já o Figueirense não conseguiu reagir no primeiro tempo. Não conseguiu segurar o ataque azulino, nem assustar a defesa. O CSA ainda teve a chance de ampliar o placar. Aos 31, Rafinha quase marcou um gol olímpico, mas na sobra Luciano Castán não conseguiu marcar.

Com a vantagem no placar, no segundo tempo o time marujo recuou, mas apostava nos contra-ataques. O  time catarinense ficou masi com a bola e jogou mais que na etapa inicial. E aos 21 quase diminui com Keke, que tentou um carrinho na bola após o cruzamento de Paulo Ricardo, mas não alcançou.

Aos 39, já no fim do jogo, Pedro Júnior achou o centroavante Pedro Lucas livre na área. Com instinto de “matador”, o atacante tirou do goleiro com um toquinho por cima e fechou o placar para o Azulão. 3 a 0 e um suspiro aliviado na tabela de classificação.

 

 

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