Cibele Moura diz que é preciso dar resposta à população sobre falta de água

Para a deputada, é necessário saber quais as cidades alagoanas estão sendo afetadas pelo problema

Por | Edição do dia 1 de abril de 2019
Categoria: Notícias, Política | Tags: ,,,,,


cibele mouraA deputada estadual Cibele Moura (PSDB) cobrou, nesta sexta-feira (29), na Assembleia Legislativa Estadual (ALE), durante sessão especial que debateu o abastecimento de água no Estado, que a Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) apresente uma solução para o problema que atinge quase todos os municípios e tem sido motivo de insatisfação e protestos dos consumidores.

A parlamentar declarou que é difícil fazer gestão se não há água na cidade. Informou que antes de ir para a sessão na ALE pediu informações, inclusive à Casal, sobre a situação do abastecimento em todo o Estado. “A informação que eu recebi da Casal é a seguinte: o desabastecimento quando ocorre é por razões pontuais”, ela declarou, e citou a situação nos municípios a ela transmitida por gestores públicos.

“Falei com o prefeito de Paulo Jacinto, Marcos Lisboa [MDB]. No município, a água está com péssima qualidade. Falei com amigos de Quebrangulo, a água também não está boa, mesma situação em Murici; Matriz do Camaragibe, falta água quase toda semana; Jundiá, a informação que eu tenho é que o abastecimento é precário; Jacuípe, Maragogi, abastecimento é de péssima qualidade; Japaratinga passa por grave falta de água”, disse.

E citou a situação de outros municípios: “Arapiraca, o problema já está exposto; Senador Rui Palmeira, quando eu liguei semana passada, a cidade havia ficado uma semana sem água. O problema é pontual em quase toda Alagoas. O problema é pontual na casa de cada alagoano que abre a sua torneira e a água não está chegando, é pontual para a mãe de família que quer dar banho no filho para ele ir à escola, mas não tem água, para quem quer cozinhar, e a água está com péssima qualidade. É pontual para a população mais pobre, porque a mais rica compra do carro-pipa”, afirmou.
Para a deputada, é preciso chegar a um diagnóstico e saber, por exemplo, quais as cidades onda a falta de energia, citada como responsável pelo desabastecimento, é o problema. “E aí a gente conversar com a empresa e resolver. E eu não quero entrar aqui no debate de privatizar ou não. Esse debate ainda não chegou nesta Casa e no momento que chegar a gente vai ter que discutir com muita seriedade. Hoje não é o momento da gente dizer que privatizar é o melhor ou pior. É o momento da gente dizer que o serviço infelizmente está ruim”, concluiu.

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