Caso Danilo: mãe e padrasto denunciam suposta agressão da polícia

Por | Edição do dia 16 de outubro de 2019
Categoria: Notícias, Polícia | Tags: ,,


A mãe e o padrasto do menino Danilo Almeida de 7 anos, que foi sequestrado e morto no último sábado (12), no bairro do Clima Bom, acusam a polícia Civil de agressão durante novo depoimento na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), nesta quarta-feira (16).

José Roberto, padrasto da criança, confirmou que o casal esteve na delegacia e afirmou à imprensa que a mãe da criança, Darcinéia Almeida, foi forçada pelos policiais a confessar o envolvimento no crime. Eles informaram que sofreram agressões físicas e psicológicas na delegacia.

O casal declarou que irá procurar a Comissão dos Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil seccional Alagoas (OAB/AL) para denunciar o caso.

A OAB/AL divulgou, por meio de nota, que só vai se posicionar sobre as recentes declarações após se reunir com a Delegacia Geral da Polícia Civil.

Nota da OAB/AL na íntegra:

A OAB-AL informa que só vai se posicionar sobre os recentes fatos vinculados ao caso da criança de 7 anos encontrada morta em Maceió, após se reunir com a Delegacia Geral da Polícia Civil. Além do presidente Nivaldo Barbosa, os presidentes das comissões de Defesa da Criança e do Adolescente, Paulo Paraízo, e dos Direitos Humanos, Anne Caroline Fidélis, estão acompanhando o caso.

Confira também a nota de esclarecimento da PC/AL:

A direção da Polícia Civil de Alagoas, em virtude de acusação de supostas agressões, atribuídas a policiais civis, e que teriam ocorrido em uma delegacia de polícia da Capital, esclarece que quaisquer denúncias envolvendo possível desvio de conduta de integrantes da instituição são devidamente apuradas, desde que comunicadas oficialmente.
Adianta ainda que a mãe e o padrasto do menino Danilo Almeida, de 7 anos, foram encaminhados à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) a pedido da psicóloga que ouvia o irmão gêmeo do garoto morto, pois ela queria ter a contextualização mais ampla das pessoas que tinham uma relação mais próxima com a vítima.

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