Casas comerciais viram ruínas na principal via da cidade

Avenidas Fernandes Lima e Durval de Góes Monteiro agregam 30% dos estabelecimentos fechados em Maceió

Casas comerciais viram ruínas na principal via da cidade

Avenidas Fernandes Lima e Durval de Góes Monteiro agregam 30% dos estabelecimentos fechados em Maceió

Por | Edição do dia 25 de julho de 2016
Categoria: Maceió, Notícias | Tags: ,


Quem transita pela principal via da capital, a Avenida Fernandes Lima, e seu prolongamento, a Avenida Durval de Góes Monteiro, já deve ter percebido que o número de imóveis parados tem se multiplicado. Isso mesmo, cerca de 30% dos prédios estão desativados.

A equipe de O DIA ALAGOAS percorreu os 25 km das duas avenidas (ida e volta), da Praça Centenário até o Posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF), e contabilizou 29 imóveis com placa de aluga-se, 19 abandonados (depredados, com mato, em péssimo estado de conservação), dez fechados (em bom estado de conservação, mas desativados e sem placa de aluguel ou venda), seis com placa de vende-se, além de três com placa de aluga-se/vende-se, perfazendo um total de 67 imóveis parados.

Somente neste quarteirão, cinco estabelecimentos vizinhos estão fechados (Foto: Cacá Santiago)

Somente neste quarteirão, cinco estabelecimentos vizinhos estão fechados (Foto: Cacá Santiago)

Entre os imóveis em estado aparente de abandono estão três prédios, localizados na Praça Centenário, onde funcionavam a Centenário Eletro, a Check Scap Som e a Clínica Infantil Menino Jesus de Praga. Os dois primeiros estão completamente depredados, o terceiro foi fechado por blocos e tijolos, mas é utilizado como abrigo por usuários de entorpecentes diuturnamente.

“Vejo usuários de drogas todos os dias neste prédio onde funcionava a clínica. É um risco para quem mora por aqui e para quem fica no ponto de ônibus à noite, porque já vi eles roubando bolsas, telefones, carteiras e irem se esconder ali. Quem vai entrar ali para buscar a bolsa?”, questiona o estudante Luciano Andrade.

Oferta de imóveis para alugar é alta, mas os preços ainda não estão acessíveis (Foto: Cacá Santiago)

Oferta de imóveis para alugar é alta, mas os preços ainda não estão acessíveis (Foto: Cacá Santiago)

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