Candidatos aprovados no concurso para Soldado da PM realizam manifestação na Ponta Verde

Cerca de 200 pessoas se reuniram no Cartão Postal de Maceió para cobrar o retorno do certame

Candidatos aprovados no concurso para Soldado da PM realizam manifestação na Ponta Verde

Cerca de 200 pessoas se reuniram no Cartão Postal de Maceió para cobrar o retorno do certame

Por Redação* | Edição do dia 16 de janeiro de 2022
Categoria: Maceió | Tags: ,,,


Aprovados no concurso da Policia Militar (PM/AL) se reuniram em um ato pacífico neste domingo (16), no bairro da Ponta Verde, em Maceió. Os participantes da manifestação cobram a volta do concurso para o cargo de soldado, o mesmo que recentemente a justiça determinou que o Governo mantivesse para a área de Oficial da PM e também o concurso dos bombeiros. O cancelamento se deve ao fato de que houve fraudes identificados no certame.

De acordo com informações da comissão dos aprovados, cerca de 200 pessoas estiveram reunidos no cartão postal da cidade, com cartazes e apitos, e uma caixa de som para chamar atenção de quem passa pelo local sobre suas reivindicações.

Cícero Jacinto foi um dos aprovados que estava na manifestação: “Pedimos a volta do concurso. Estamos fazendo um ato de boa fé, mostrando a população que estamos sendo vítimas de injustiça por parte do Governo de Alagoas”, explica.

Sobre a situação do Concurso

No último dia 11 de janeiro, a Justiça de Alagoas determinou que o Governo prosseguisse com o concurso da PM voltado para os Oficiais combatentes da corporação. A decisão ocorreu  após pedido da Defensoria Pública que considerou o Governo de Alagoas, por meio da a Secretaria de Planejamento (Seplag), precipitado e afirmou ainda que a pasta anulou as etapas usando de dados “inexistentes” para se fundamentar. Com a decisão, a Justiça determinou que o Estado mantenha as etapas do concurso já realizadas e as aproveite para o prosseguimento daquelas que estão por vir.

A decisão reforça o pedido da Defensoria de que a penalidade pela suposta fraude, que ainda está sendo investigada, seja imposta de forma individualizada, e que para isso, não se anule as etapas do certamente, jogando “todos na vala comum”.

Para pedir o prosseguimento do concurso sem a repetição das etapas já realizadas, a Defensoria Pública criticou a Seplag, alegando que a pasta prejudicou todos os candidatos, em um certame que teve poucos aprovados para o número reduzido de vagas.

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