Buraqueira incomoda moradores do Pinheiro

Buraqueira incomoda moradores do Pinheiro

Por | Edição do dia 3 de abril de 2017
Categoria: Maceió, Notícias | Tags: ,,,,,


(Fotos: Cacá Santiago)

(Foto: Cacá Santiago)

Uma obra inacabada tem tirado o sossego dos moradores de uma parte do bairro do Pinheiro. Os buracos e as pilhas de pedras têm afetado o cotidiano e causado prejuízos para motoristas e pedestres. A situação precária do pavimento, que se encontra em obras há mais de cinco meses, é alvo de reclamações frequentes dos moradores da região. A quantidade de ruas que necessitam que o serviço seja concluído com urgência é grande.

Até o momento nenhum pronunciamento do órgão responsável pela obra foi feito. “Não houve nenhum aviso prévio e nos locais onde o serviço está sendo realizado não há sequer uma placa com informações”, explica o comerciante Francisco de Assis, proprietário da Panificação Ideal.

As duas mãos das pistas estão tomadas pelos buracos. Para tentar desviar das ‘crateras’ os motoristas acabam invadindo a contramão e tendo que reduzir a velocidade, aumentando o risco de acidentes. Os moradores também reclamam que o policiamento foi reduzido no local desde o começo das obras, devido ao difícil acesso.

A situação não está comprometendo somente os veículos que trafegam pelas ruas, mas também tem prejudicado a saúde dos que vivem na região. “A obra está causando bastantes transtornos, pois até agora não houve reposição do calçamento e quando chove a situação das ruas fica ainda pior. O aumento da poeira tem afetado muito o sistema respiratório, eu já comecei a sentir as consequências na garganta, que tem incomodado muito”, desabafa Antônio Januário.

Em contato com a Casal, a Companhia negou que a obra fosse de responsabilidade dela, afirmando apenas, que houve sim um serviço feito na rua Luiz Rizzo, para a implantação de uma rede coletora de esgoto, realizada pela empresa Sanema, mas que a obra já foi finalizada.

Enquanto isso, os moradores que eram acostumados a ter suas ruas limpas e sossegadas, agora ficam sem respostas. Eles não sabem a quem recorrer para que o transtorno na rua possa ser resolvido e o tráfego seja normalizado.

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