Afirmação de Davi Maia sobre “gabinete fantasma” é inválida, afirma governo

Deputado foi redundante ao focar na denúncia sobre ausência de vice-governador

Afirmação de Davi Maia sobre “gabinete fantasma” é inválida, afirma governo

Deputado foi redundante ao focar na denúncia sobre ausência de vice-governador

Por Redação | Edição do dia 16 de junho de 2021
Categoria: Alagoas, Política | Tags: ,,,,,


Foto: Reprodução

O governo de Alagoas emitiu uma nota desmentindo a afirmação feita pelo deputado estadual Davi Maia (Livres) sobre um suposto “gabinete fantasma”. O comunicado foi emitido na tarde desta quarta-feira (16) e explica que mesmo sem um vice-governador, o estado deve manter a pasta.

A denúncia feita por Maia consistia que o governo estava locando carros para um gabinete que não deveria existir. Segundo o raciocínio do deputado, a ausência de um vice-governador deveria significar o fim da pasta de Vice-Governadoria, o que não é verídico, como diz a nota do governo.

De acordo com o governo, a Vice-Governadoria tem o papel da articulação política e social no estado e mesmo sem um representante – um vice-governador-, a função do cargo cai para o chefe do Executivo estadual.

“Desta forma, o fato de não haver vice-governador no exercício do cargo não anula a função finalística do órgão, nem sua função estratégica, que passou a ser acumulada pelo chefe do Executivo.”, explica o governo.

Confira a nota na íntegra:

NOTA OFICIAL

A Governadoria é um órgão da administração direta do Estado, constituída pelo Gabinete do Governador, Vice-Governadoria e Gabinete Civil. Como estrutura da administração direta , a Vice-Governadoria é pautada por três linhas de atuação previstas na Lei Delegada: gestão estratégica, gestão de estado e gestão finalística.

Dentro da gestão finalística é papel da Vice-Governadoria a articulação política e social e a interiorização. Desta forma, o fato de não haver vice-governador no exercício do cargo não anula a função finalística do órgão, nem sua função estratégica, que passou a ser acumulada pelo chefe do Executivo.

Todas as funções administrativas da estrutura continuam ativas e os seus servidores foram redistribuídos para outros órgãos do Estado. O prédio foi entregue por uma questão de economia e redução de despesas.

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