77 policiais militares recusaram tomar a vacina contra a Covid-19 em Alagoas

A decisão pode ser caso atuação do MPE

77 policiais militares recusaram tomar a vacina contra a Covid-19 em Alagoas

A decisão pode ser caso atuação do MPE

Por Redação* | Edição do dia 9 de julho de 2021
Categoria: Alagoas | Tags: ,,,


Em Alagoas, 77 policiais militares se recusaram a tomar a vacina contra a Covid-19. Essa escolha pode ser penalizada, e o Ministério Público Estadual (MPE) podem responsabilizar os PM por responsabilização da possibilidade de propagar a doença, e sofrer medidas legais.

O procurador-geral de Justiça, Márcio Roberto, diz que ninguém é obrigado a tomar o imunizante, mas na condição de servidor público, que atende a sociedade todos os dias, ele fica propenso a propagação e a infectar novas pessoas.  Com isso, alerta que não somente o agente público pode ser responsabilizado, como também o gestor de cada órgão, seja ele municipal ou estadual. Os números foram confirmados pela Diretoria de Saúde da Polícia Militar e o Ministério Público concedeu um tempo para que a Corporação envie informações sobre onde esses militares estão lotados.

“O Ministério Público provocado pela sociedade, recomendou a todos os gestores do estado para que eles provoquem seus agentes públicos para que se vacinem. Caso haja recusa, que eles possam abrir processos administrativos para apurar essa conduta e proibir que esses agentes ingressem nos locais públicos”, afirmou o procurador de Justiça.

Das informações solicitadas à PM, o Ministério Público quer saber se policiais foram afastados dos seus locais de trabalho, onde eles estão lotados e se foi instaurado um procedimento administrativo.

“São áreas fundamentais por ter contato direto com a população. Se um militar se recusa, o seu comandante da unidade poderá ser responsabilizado também”, acrescentou Márcio Roberto.

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