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Segundo longa da franquia, Homem-formiga e a vespa tem graça e leveza

Correio Braziliense / 11:02 - 05/07/2018

Vespa é a heroína que ajuda o Homem-formiga


Há três anos, o sucesso de bilheteria pode até ter animado os produtores do longa Homem-Formiga, que rendeu US$ 520 milhões, sob a supervisão do cineasta Peyton Reed. Mas, até mesmo o diretor de Hollywood deixou escapar certo descontentamento com o projeto. “Quando chegamos, o roteiro do primeiro estava pronto, com o vilão tendo similaridade com os poderes do herói. Não era legal. Agora fizemos coisas bacanas, definitivamente, com este novo filme, tivemos maior liberdade”, comentou, recentemente, o diretor, ao site UPROXX.

homem-formiga e vespa
O relativo desgaste do vilão Yellowjacket (feito por Corey Stoll) promete ser coisa do passado, com a chegada da segunda produção que incorpora personagens como o interpretado por Randall Park, o agente da S.H.I.E.L.D. Jimmy Woo, e ainda pelo despontar de tipos como o de Laurence Fishburne, na pele de um pesquisador sem escrúpulos, além da óbvia presença, e mais aguardada, da Vespa, personagem que brota com o carisma de Hope Van Dyne (Evangeline Lilly, de Gigantes de aço e O Hobbit), e que compõe a inaugural formação dos Vingadores.
Tendo por roteiristas os criadores de Homem-Aranha: de volta ao lar, Lego Batman: O filme e do terror de sucesso A face do mal, Homem-Formiga e a Vespa se ancora em conceitos de maior leveza, de mais injeção de graça e doses de romance e drama, numa parcela reservada à problemática de Cassie, personagem de Abby Ryder Forston (na trama, a filha do Homem-Formiga).
Também no centro do enredo do longa está a relação em família que cerca Hope, filha do doutor Hank Pym (Michael Douglas) e da lendária Janet, a Vespa original. Há 26 anos distante das adaptações de tramas cinematográficas que tratam de quadrinhos (quem esquece a Mulher-Gato, de Batman: o retorno?), a atriz Michelle Pfeiffer dá vida à mãe de Hope. Confinada, por três décadas, numa condição subatômica de tamanho, a personagem poderá voltar à vida normal, dado os esforços da filha dela.
Muitos dos personagens se mostram contrariados com o Homem-Formiga, ou, melhor registrando, com Scott Lang (o personagem de Paul Rudd) no novo filme. A grande desavença foi criada por Lang, quando extrapolou a exposição de sua versão heroica em Capitão América: Guerra civil.
Caprichando na ação reservada ao doutor Hank Pym, o diretor comentou, para a imprensa estrangeira, da dobradinha entre os atores Paul Rudd e Michael Douglas: “Eles têm muita diversão, juntos. Existe verdadeira harmonia. No primeiro filme, não tinha a menor ideia de como seria ter o Michael Douglas na nossa produção”. Vale a lembrança de que, no passado, o diretor conduziu comediantes do porte de Jim Carrey e Renée Zellweger em outras produções.

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