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Rachel Amorim fala sobre desafios, gratidão e carreira no RJ

/ 2:42 - 14/06/2016

“Os que me chamam de louca, adorariam ter a minha coragem”


Rachel Amorim vai se aventurar no Jornalismo esportivo na terra das Olimpiadas

Rachel Amorim vai se aventurar no Jornalismo esportivo na terra das Olimpiadas

Rio – Um dos rostos mais conhecidos do telejornalismo alagoano, Rachel Amorim, nós contou como foi deixar o posto mais cobiçado por inúmeros profissionais de tevê: a bancada de um telejornal.

Ela foi apresentadora da TV Pajuçara / Record e TV Alagoas/SBT (atual TV Ponta Verde). Acumulou 10 anos de carreia. Nesse tempo, sempre discreta, quase não teve seu nome envolvido em polêmicas (que pena!). Agora, se prepara para lançar seu nome nacionalmente, mas não esquece quem, junto dela, construiu a sua carreira.

Ela está no Rio de Janeiro e se especializa em Jornalismo esportivo. Em terras cariocas, apresentará o programa T.P.M Futebol Club, que estreia em breve na internet. Confira o nosso bate-papo:

PAROU, BRASIL! : Rachel, abandonar a bancada é uma decisão difícil para qualquer profissional que chegou lá. Esse processo foi tranquilo ou foi uma decisão mais complicada de tomar?

Rachel Amorim: Abandonar a bancada foi difícil e, vou ainda mais longe, foi doloroso. Sou apaixonada por Jornalismo e televisão, mas foi uma decisão necessária e muito bem pensada. E não foi um “adeus”, foi um “até breve”.

A sua saída da TV Alagoas foi motivada pelo seu desejo de mudar de cidade ou pelas condições de trabalho que a emissora oferece?

Sair da TV alagoas não foi uma surpresa para a emissora. Quando eu migrei da Record para o SBT, falei do meu interesse de especialização em outra cidade. Em relação a estrutura, o ano para investimentos está difícil em todo país, mas acredito no crescimento da TV Alagoas. Eu reconheço que tem muito a avançar.

Durante a sua carreira em Alagoas, quais profissionais você destaca como fundamentais para a construção dela ?

Ah! Sou grata, sempre! na minha lista tem a Márcia Rejane, uma jornalista importantíssima na minha formação, minha primeira chefe. me incentivou a seguir. Tem também o Arnaldo Ferreira, meu grande professor. A Natasha Dellape, que nos deixou este ano, mas que nunca vai sair da minha memória. Tem Rosa Ferro e Marcus Toledo, que me inspiram, acompanham, incentivam e são grandes amigos. E muito mais gente: Daniela Sarmento, Ricardo Mota, Rodrigo Cavalcante… Gratidão a eles!


“Sou movida a desafios e os que me chamam de louca adorariam ter a minha coragem”

Qual a diferença do mercado alagoano para o carioca quando estamos falamos de Telejornalismo?

O mercado carioca, obviamente, pelo tamanho da cidade, é muito maior, tanto em opções para atuar como na concorrência, mas é bem fechado também. E um desafio. Ainda mais o no meu caso, que resolvi partir para a área esportiva, diferente do que fazia antes. Mas é instigante!

O que você tem feito em terras cariocas? Conta pra gente o que você quer no RJ?

Eu estou me especializando na área esportiva e com dois projetos bacanas em andamento. Não posso dar muitos detalhes para não estragar a surpresa. Mas adianto que mulher entende de futebol sim! Esquema tático, escalação e tudo mais. Tenho certeza que o público vai gostar.


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