Grupo O DIA entra na campanha por Marcelino Freitas Neto

Mariana Lima / 12:27 - 11/01/2018

Jornalista foi diagnosticado com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) e precisa de fundos para iniciar tratamento em São Paulo


MArcelino

Os comunicadores alagoanos estão mobilizados em uma campanha de arrecadação de fundos para o jornalista Marcelino Freitas Neto, 39 anos, diagnosticado com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). Através de vendas de rifas e divulgação de uma conta no Banco do Brasil, familiares e amigos tentam levantar a quantia necessária para que ele possa iniciar o tratamento em São Paulo. Os jornalistas do Grupo O DIA estão colaborando com a campanha vendendo os bilhetes da rifa de um smartphone Moto G 5S.

Cada bilhete custa R$ 10,00, com sorteio em 18 de março, data do aniversário de 40 anos de Marcelino. Os interessados em adquirir a rifa podem procurar os jornalistas de O Dia Alagoas e O Dia Mais, ou entrar em contato através de nossas redes sociais: Instagram @odiaalagoas e Facebook ODiaMais.

Aqueles que quiserem cooperar de outra forma podem fazer uma doação direta na conta que a família estabeleceu: Banco do Brasil, agência 0007-8, conta 12.359-5, em nome de Glória Adélia C. de Freitas, irmã de Marcelino.

A família precisa arrecadar fundos para que Marcelino possa ir a São Paulo para uma consulta com médico especialista em doenças degenerativas, e ainda custear a compra de remédios e início do tratamento com uma equipe multidisciplinar. O diagnóstico e o início precoce do tratamento são dois requisitos fundamentais para retardar a evolução da doença.

O que é a ELA?

Popularizada pelo “Desafio do Balde de Gelo”, a esclerose lateral amiotrófica (ELA) é provocada pela degeneração progressiva no primeiro neurônio motor superior no cérebro e no segundo neurônio motor inferior na medula espinhal. Esses neurônios são células nervosas especializadas que, ao perderem a capacidade de transmitir os impulsos nervosos, dão origem à doença.

O principal sintoma é a fraqueza muscular, acompanhada de endurecimento dos músculos (esclerose), inicialmente num dos lados do corpo (lateral) e atrofia muscular (amiotrófica), mas existem outros: câimbras, tremor muscular, reflexos vivos, espasmos e perda da sensibilidade.

A doença é de difícil diagnóstico. Em grande parte dos casos, o paciente passa por quatro, cinco médicos num ano, antes de fechar o diagnóstico e iniciar o tratamento. O tratamento é multidisciplinar sob a supervisão de um médico e requer acompanhamento de fonoaudiólogos, fisioterapeutas e nutricionistas.


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