Boa Noite!, Terça-Feira - 23 de Outubro de 2018

 

Empresário nega integrar a família Boiadeiro, de Batalha

Redação o Dia Alagoas / 11:49 - 15/07/2018

Carlos Alberto foi citado como sendo “Carlinhos Boiadeiro”, em matéria publicada no dia 12 de março


O empresário Carlos Alberto Schinke de Albuquerque Melo fez contato telefônico com a Redação de O Dia Alagoas para esclarecer que não integra a família Boiadeiro. Ele teve o nome citado como integrante do clã Boiadeiro, em matéria publicada neste veículo, na edição nº 0263, com validade de 11 a 17 de março. A mesma matéria foi reproduzida no dia 12 de março, no site O Dia Mais. Os dois veículos integram o Sistema O Dia de Comunicação.

A referida matéria se baseou num dossiê enviado à Polícia Civil de Alagoas com os nomes de integrantes da família Boiadeiro e crimes atribuídos ao clã, inclusive com datas, locais e nomes das vítimas. Carlos Alberto foi citado como sendo “Carlinhos Boiadeiro”, o que ele rechaça com veemência.

“Tenho propriedades em Igaci e, por esse motivo, sou vizinho de membros da família Boiadeiro. Conheço a família e sou amigo de alguns deles. Mas não tenho nenhum grau de parentesco com os Boiadeiro”, disse ele, por telefone. Ele conta ainda que, embora tenha sido chamado de Carlinhos Boiadeiro, “nunca tive esse apelido”.

Carlos Alberto disse que precisava esclarecer esse equívoco da reportagem porque, mesmo sendo amigo dos Boiadeiro, não é verdadeira a informação de seria integrante do clã.

“Não quero meu nome vinculado à questão de violência. Tive um infortúnio na minha vida, mas já paguei pelo meu erro. Quero viver em paz”, disse. O “infortúnio” ao qual se refere foi uma tentativa de homicídio, cuja vítima foi o jovem Sharlinton Harrysson Barbosa da Silva. Quando ocorreu esse caso, Carlos Alberto estaria na companhia de Branco Boiadeiro. Sharlinton foi ferido com um tiro no rosto, após uma discussão na Festa da Juventude, em Santana do Ipanema, em julho de 2009. Carlos Alberto, autor do disparo, foi preso e ficou no Quartel do Corpo de Bombeiros. A vítima passou 25 dias internada e, três anos depois, foi morta num suposto assalto. “Sobre este caso, eu já acertei as minhas contas com a Justiça”, disse Carlos Alberto.

     

       VOCÊ TAMBÉM PODE ACOMPANHAR ESSA MATÉRIA NA VERSÃO IMPRESSA, NO O DIA ALAGOAS


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