Bom Dia!, Domingo - 22 de Julho de 2018

 

Em novo filme, The Rock enfrenta edifício em chamas

Correio Braziliense / 11:02 - 12/07/2018

“Arranha-céu: coragem sem limite” é novo candidato a recorde de bilheteria


A moral conquistada e os lucros associados ao astro de cinema Dwayne Johnson (para a vida toda, conhecido como The Rock), quando demarcados em ranking da indústria da sétima arte, bem que podem ser associados aos pedidos feitos a um ascensorista. Numa escalada, Dwayne acumula êxitos e posições: em 2018, com Rampage: destruição total, ele esteve no 13º posto entre os filmes mais assistidos nos Estados Unidos. Ano passado, obteve a 4ª e a 12ª posições entre os mais populares, respectivamente, com Jumanji: Bem-vindo à selva e Velozes e furiosos 8; enquanto com os anteriores Central de inteligência (2016) e Terremoto: A falha em San Andreas (2015), The Rockesteve nas 20ª e 22ª posições.
No mais recente filme, Arranha-céu: coragem sem limite, com estreia hoje, a escalada parece certeira: jogando alto, Johnson mostra a queda pelo cinema catástrofe, com o enredo envolvendo o fictício prédio mais alto no mundo. “Foi uma das mais inesquecíveis experiências da carreira”, sublinhou o ator, para a imprensa internacional, ao se referir à convivência com pessoas de membros amputados, uma das artimanhas para a composição do protagonista de Arranha-céu Will Sawyer. Ex-campeão de luta livre, Dwayne interpreta, no filme, um veterano de guerra, que não tem uma das pernas.
O enredo transcorre numa China filmada, na realidade, em estúdios de Vancouver (Canadá). Entre os tantos personagens cujos destinos dependerão das atitudes e da sagacidade de Sawyer, um técnico de segurança lotado em empresa da Ásia, estão os dois filhos dele e a mulher, Sarah. No filme com direção de Rawson Marshall Thurber, um incêndio (indiretamente, atribuído a Sawyer) ameaça todo o exemplar currículo do protagonista, que ainda se gaba de ter sido agente do FBI, no passado.
Tendo os exageros nas cenas de ação como ponto forte, Arranha-céu: coragem sem limite foi descrito por um crítico do The Guardian como um “filme bobinho, mas assistível”. Na divulgação da fita, o próprio Dwayne Johnson trouxe para o primeiro plano a suposta originalidade do projeto, dizendo que não encerrava conceitos de “franquia, adaptação de atração de parque de diversão ou mesmo livro”. Esqueceu-se, entretanto, de Duro de matar (1988), que transformou Bruce Willis em astro.

 


Comentar usando