Economia do Brasil está em baixa quanto às perspectivas de crescimento

Redação / 12:05 - 12/11/2017

Mesmo sendo a maior economia da América Latina, continua sendo uma das mais fechadas do mundo


Matéria publicada pela Bloomberg afirma que o Brasil está em baixa quanto ás perspectivas de crescimento global, já que mesmo sendo a maior economia da América Latina, continua sendo uma das mais fechadas do mundo. Segundo a reportagem as exportações brasileiras aumentaram 20% neste ano com relação ao mesmo período em 2016, e o governo no mês passado aumentou seu superávit comercial previsto para entre US $ 65 bilhões e US $ 70 bilhões em 2017, acima de US $ 60 bilhões.

A Bloomberg aponta que ainda assim, as exportações representam cerca de 12,5% do produto interno bruto (PIB), uma proporção que mal se alterou nos últimos anos e que é cerca de metade daqueles de países como a Rússia e o Chile, e um terço do México, de acordo com o Banco Mundial. Muitos anos de políticas governamentais que apostam no enorme mercado doméstico do Brasil, juntamente com medidas protecionistas, burocracia e estrangulamentos de infra-estrutura, transformaram o país na economia de mercado emergente mais fechada, de acordo com o CreditSuisse. Embora esse isolamento relativo tenha trabalhado em favor do país durante a crise global de 2008, está diminuindo sua recuperação econômica agora.”Não há milagres, e não há magia”, disse Otaviano Canuto, diretor executivo
do Banco Mundial.

O Brasil “tirará menos vantagem do crescimento econômico global do que deveria, por causa de como a economia está fechada”.Por exemplo, o Brasil impõe uma tarifa média de 8,8% em todas as suas importações, em comparação com 0,6% no Chile e 1,6% nos EUA, segundo dados do Banco Mundial. O Brasil também ocupa o 139º lugar entre 190 países com a facilidade de negociação transfronteiriça, de acordo com os últimos rankings do EaseofDoing Business do Banco Mundial, que também mostraram que os custos de exportação dos principais pólos de São Paulo e Rio de Janeiro são aproximadamente o dobro da América Latina média.

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