Caras novas oxigenam o handebol alagoano

/ 10:40 - 14/03/2017


Os dois homens da esquerda [Júnior r Dayvid] são os professores [Foto: Reprodução Facebook]

Os dois homens da esquerda [Júnior r Dayvid] são os professores [Foto: Reprodução Facebook]

Thiago Luiz – Colaborador Especial O Dia Mais

O handebol alagoano é um dos esportes de maior destaque no cenário nacional. Com o crescimento da modalidade, surgem os novos profissionais, tanto no tempo de profissão, quanto na idade.

É comum ver treinadores que são ex-atletas, ou que já atuaram na área que trabalham de alguma maneira. Porém, no handebol alagoano é comum ver treinadores que ainda são atletas. É o caso dos professores João Marinho Júnior e Deyvid Figueiredo. Os dois são treinadores de handebol e ainda arrumam um tempinho para treinar e jogar.

A reportagem de O Dia Mais conversou com os dois professores sobre a rotina, o interesse de ser treinador e como ficou a vida depois de ficar no comando de um time. Por coincidência, os dois professores jogaram juntos na adolescência e há pouco tempo.

A inspiração parte da mesma pessoa: a professora Edleuza Rocha, a Didi. Ela treinou os dois desde muito novos, principalmente o professor João. Juninho, como também é conhecido, tem a paixão de berço, literalmente. A Edleuza é sua mãe e um dos maiores nomes do handebol alagoano.

Professor Júnior como treinador, na Copa Nikael Tenório

Professor Júnior como treinador, na Copa Nikael Tenório [Foto: Reprodução Facebook}

Além dessa contribuição, Deivyd demonstra muita gratidão ao professor Zé Roberto e diz que ele foi um de seus formadores e o que lhe influenciou a optar pela Educação Física e, posteriormente, pelo “hand”.

Sobre a rotina de treinos, aulas e jogos, os dois afirmaram ser bastante cansativa. Com pouco tempo de descanso, já estão de pé no outro dia para ensinar aos pequenos a importância e o valor do esporte, sobretudo ajudando a desenvolver as habilidades.

Reprodução Facebook

Professor Deyvid é o de branco, como treinador [Foto:Reprodução Facebook]

Questionados se havia uma data ou tempo estimados para o fim da carreira como atleta, ambos responderam que só irão parar de jogar quando as pernas realmente não aguentarem mais. No entanto, dizem enfaticamente que a prioridade é o trabalho.

Professor Deyvid como atleta: com a premiação de melhor jogador, da 7ª copa Palmeira de Handebol [Foto: Reprodução Facebook]

Professor Deyvid como atleta: com a premiação de melhor jogador, da 7ª copa Palmeira de Handebol [Foto: Reprodução Facebook]

De cara nova, o handebol alagoano segue pouco a pouco conquistando mais destaque no cenário esportivo do estado e do país. Com títulos nacionais, estaduais e regionais na bagagem de atleta e treinador, os professores seguem suando a camisa para levar o esporte ao lugar mais alto do pódio.


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